periodo e duração


2017

equipe


  • Jussara Rocha
  • Mariana Madureira

No Ano Internacional do Turismo Sustentável, uma ótima notícia: depois de muitos anos de conversas e negociações, a Carta Europeia de Turismo Sustentável finalmente chega ao Brasil.  E é com muito orgulho que nós, da Raízes Desenvolvimento Sustentável, seremos a empresa responsável por adaptar e implementar o projeto por aqui.

A parceria, inédita fora da Europa, foi firmada com a EUROPARC Federation. A organização trabalha em favor das áreas de protegidas europeias através da cooperação, troca de ideias e experiências. Bem do jeitinho que a gente acredita!

Como funciona o processo? É bem simples. A Carta Europeia de Turismo Sustentável constrói parcerias para ampliar o desenvolvimento sustentável em áreas protegidas – as unidades de conservação, como dizemos por aqui. É exatamente isso o que queremos implementar em terras brasileiras, agora como representantes oficiais da EUROPARC.

Parceiro:

EUROPARC FEDERATION

desenvolvimento-sustentavel-europarc-logo

Por que é bom para o Brasil

Podemos até colocar em tópicos, para facilitar a compreensão:

- Protege parques e unidades a partir de uma gestão integrada entre turismo e conservação;

- Traz mensuração econômica, social e ambiental dos benefícios do turismo sustentável bem gerido;

- Fortalece as relações entre os atores do turismo local entre si e também com a cadeia mais ampla do turismo;

- Permite uma ação inédita de cooperação internacional no âmbito do turismo de natureza envolvendo áreas protegidas;

- Adapta à realidade brasileira um processo de reconhecimento internacional testado na Europa (e com resultados significativos);

- Pode trazer visibilidade mundial aos destinos brasileiros, ao mesmo tempo em que traz protagonismo dos moradores e empreendedores (desenvolvimento local).

 

Como chegou ao Brasil

Para que a Carta Europeia de Turismo Sustentável pudesse desembarcar no Brasil foi necessário um engajamento direto de pessoas que acreditam no desenvolvimento sustentável do turismo como mola propulsora do país. Uma dessas pessoas é Jussara Rocha, orgulhosamente uma das sócias da Raízes.

“Estudo o tema desde 2010, quando participei de um curso sobre a Carta. Naquela época eu trabalhava na Secretaria de Turismo de Minas Gerais e tínhamos um amplo trabalho com os parques estaduais, em parceria com a ABETA, para trabalhar a gestão turística em unidades de conservação”, lembra Jussara.

Desde então ela mantém contato com um dos formadores do curso, o português Paulo Castro, que é um dos auditores da EUROPARC e um dos vice-presidentes da Federação. Mas foi há dois anos que o assunto da aplicação da Carta no Brasil ganhou mais força.

“Depois de facilitar a articulação do Paulo com mais de 20 atores institucionais no Brasil, ficou claro para ele que nossa rede é grande e diversa, que conhecemos a metodologia e que, talvez o mais importante, nosso propósito está ligado à sustentabilidade de verdade. Para a Raízes é uma oportunidade incrível de ser protagonista como organização líder nesse processo que pode mudar os rumos do turismo sustentável no Brasil”, completa Jussara.

A Carta Europeia de Turismo Sustentável já foi aplicada em 157 destinos sustentáveis espalhados por 19 países. O Brasil será o primeiro fora da Europa. A lista completa você pode ver clicando aqui.

No Brasil, o projeto piloto deve acontecer na Serra da Mantiqueira. A ação acontece em parceria (sempre em processos de produção associada!) com a Associação de Desenvolvimento Integrado do Território Mantiqueira. Em breve contamos mais a respeito.

 

Fotos: Rodrigo Campos

  • Mantiqueira, por Rodrigo Campos

  • Mantiqueira, por Rodrigo Campos

Impactos positivos


– Protege parques e unidades a partir de uma gestão integrada entre turismo e conservação;

– Traz mensuração econômica, social e ambiental dos benefícios do turismo sustentável bem gerido;

– Fortalece as relações entre os atores do turismo local entre si e também com a cadeia mais ampla do turismo;

– Permite uma ação inédita de cooperação internacional no âmbito do turismo de natureza envolvendo áreas protegidas;

– Adapta à realidade brasileira um processo de reconhecimento internacional testado na Europa (e com resultados significativos);

– Pode trazer visibilidade mundial aos destinos brasileiros, ao mesmo tempo em que traz protagonismo dos moradores e empreendedores (desenvolvimento local).

Etapas relacionadas

  • null

    Articular

  • null

    Cocriar